Jezzus Pizzaria & Padaria Restaurantes Avenida da Liberdade Príncipe Real, Lisboa
Jezzus Pizzaria & Padaria Restaurantes Avenida da Liberdade Príncipe Real, Lisboa
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É complicado definir a cozinha de Taiwan, porque por lá passou muita gente e há muita política à mistura. Se for numa refeição vagarosa, não ignore as entradas. A Time Out na sua caixa de entrada
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O restaurante é despretensioso e simples, mas quem aqui vem, vem para comer bem. Para picar, há entradas gulosas como as almôndegas. A carta de cocktails é grande e tem sugestões fora da caixa como o popping lolo, com gin, licor de flor de sabugueiro e peta zetas. Tem de entrar neste restaurante sem medo nem preconceito de sujar as mãos e lamber os dedos no final. “Aqui está”, também, uma boa maneira de partilhar comida com amigos e família.
Jamie Oliver e o restaurante no Príncipe Real
Apesar de ser um projecto Multifood, o primeiro restaurante Coyo nasceu em Miami e há outros quatro no mundo. Na cozinha quase só estrangeiros, do lado de cá quase só empregadas portuguesas. Segundo a carta, leva tequila Olmeca, lima e tajín. A refeição abriu assim na rua, com uma coyo margarita, da lavra do mixologista do Pesca, Fernão Gonçalves. No primeiro almoço, batia um sol de alterações climáticas e o azul eléctrico da casa tornava o sítio ainda mais estival, a pedir chinelos e calções, tequila e playlist de hip-hop hispânico. Pode desactivar e será automáticamente removida toda a informação que temos sobre si.
Deixem o Luís largar a tática e passar à política
- Antes de IKEAs da vida, um enxoval era um tesouro que as mulheres começavam a fazer quase antes de saber ler.
- Conte com música house e pop (pura e dura) e com a presença sempre ilustre das drag queens da casa.
- É dos restaurantes mais antigos do Príncipe Real, mas também o mais recente.Confuso?
- Define-se como um pequeno oásis secreto em Lisboa — os transeuntes mais despistados podem muito bem ignorar a entrada quando caminharem rua fora.
Mas merece a atenção que está a começar a ter, sem dúvida. Perfeito para terminar um almoço que foi das melhores surpresas que tivemos este ano. E, acima de tudo, vai reforçando várias vezes que querem dar uma experiência genuína a quem entra pela porta do Formosa, uma experiência gastronómica que faça com que as pessoas percebam as diferenças restaurantes no principe real entre a comida taiwanesa e a chinesa.
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O espaço conta com duas esplanadas, uma virada para a rua e outra no beco ao lado, e um interior espaçoso com uma decoração boho minimalista. O responsável é João Gouveia que conta com a ajuda da chef Sílvia Santos na composição da carta, que inclui opções saudáveis, mas ricas em sabor. É no número 80 nos lotes A e B que agora duas lojas, separadas por uma entrada de prédio, oferecem à cidade um novo local recheado de produtos sustentáveis e com preocupações ambientais a serem os pilares de suporte da marca. Criado um dos ambientes mais femininos de Lisboa, Amélia selecciona a moda que melhor assenta no espaço, mistura-a com os seus acessórios e peças de design únicas.
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Tem 29 anos e já passou por vários espaços em Portugal, como o Claro, do chef Vítor Claro, o Tágide e o Fortaleza do Guincho. “Quisemos transformar os mais possível os pratos, para não os tornar tão pesados”, explica à NiT Mateus Freire, o chef do novo Faz Frio. Encontram-se na carta com os pratos do dia e são sugestões que ficam também disponíveis aos jantares. A cozinha e as casas de banho estavam muito degradadas. Tirou gestão hoteleira, viajou pelo mundo e trabalhou em vários restaurantes, sempre no serviço de mesa.
O outro prato da carta é o Ramen de Vaca, este sim mais próximo daquilo a que estamos habituados. Tudo para misturar, porque o molho da carne envolve o arroz e a cebola dá o factor crocante ao prato, e é esta mistura de sabores que nos mostra que mesmo as coisas mais simples se podem transformar em pratos deliciosos. Ainda não tínhamos acabado a primeira TsingTao e já estavam a chegar à mesa os dois pratos principais que pedimos, sendo que só não experimentámos o ramen – Verão, calor, preconceitos. – o que dá a esta entrada quase um toque de sobremesa, o que é simplesmente fantástico! Sim, a comida e outros pequenos pormenores, como os minúsculos gatos de louça de servem de base para os pauzinhos (infelizmente de metal…) ou o formato da sobremesa que pedimos – mas já lá vamos.
E é ela também a responsável por cada nova criação artesanal da casa, feitos com o melhor do chocolate com 70% a 100% de cacau proveniente de países como a Bolívia, a República Dominicana e a Venezuela. Um novo cantinho a abrir, um novo prato para provar, um novo cocktail para beber, enfim, um leque de novidades e clássicos que se vão encontrando numa das principais ruas do Príncipe Real – a Rua da Escola Politécnica. A receber-nos está a argentina Noelia Fuda que, a par do marido Emanuel Diaz, é a responsável por este espaço castiço que nos apresenta a gastronomia do país de Diego Maradona, Che Guevara e Jorge Luis Borges. A cada fim-de-semana, o chef irá surpreender os convidados com receitas diferentes. Num décimo andar, junto à Avenida da Liberdade, durante o Verão, os sábados e domingos começam à mesa, com um buffet de comida mediterrânica desenvolvido pelo chef. Sidnei González e Jorge Abreu quiseram trazer o estilo de vida carioca para Lisboa através da cultura e da cozinha.
No entanto, a carta do restaurante é totalmente igual à da casa-mãe. Do museu à livraria, dos restaurantes às lojas, a Rua da Escola Politécnica guarda clássicos e novidades que não pode perder no Príncipe Real. No ano passado fiquei como chef executiva da marca e nessa altura já se falava em abrir um restaurante de rua, com mesa posta”, conta Lins. Se quando chegar ao final da refeição no novo Miss Jappa lhe apetecer agradecer à chef responsável, Anna Lins, no idioma correspondente à cozinha do restaurante, pode (e deve) arriscar um domo arigato (“muito obrigado”). Anna Lins, a primeira chef portuguesa a especializar-se em cozinha asiática, é a mulher por detrás do Miss Jappa, o novo restaurante japonês do Príncipe Real, criado em parceria com a Go Natural.
Coyo Taco
O café de especialidade é uma aposta, mas também a comida simples e saudável, cheia de cor e sem grandes invenções. A comida mantém os princípios da partilha e as referências de várias partes do mundo. Abriu há seis anos, mas têm sido várias as mudanças na cozinha desde então. Seja na casa original, na esquina da Dom Pedro V com a Rua d’O Século, seja na porta acima, a Tascardoso é lugar seguro para comer uma diária sem ter de deixar a carteira. É caso para dizer que a pandemia veio dar uma nova vida à Tascardoso, que ganhou uma esplanada generosa e bem concorrida – até então tudo o que tinha era quatro mesas à porta.
Para gerir a cozinha trouxeram o chef, também ele argentino, Diego Giganti, que já passou por restaurantes estrelados em França e Espanha, como o Girassol, em Alicante. O Sumaya, que abre a 14 de setembro, é um restaurante de comida libanesa e pertence ao grupo Atalho, que conta já com três restaurantes em Lisboa e todos eles a ter a carne como ingrediente principal dos pratos. A cadeia de restaurantes de comida saudável Honest Greens inaugurou, em Dezembro de 2023, o seu sétimo espaço, na Calçada Patriarcal, Príncipe Real. Têm então uma parte de snacks, para pedir no bar no lobby do restaurante e comer nas mesas altas, ou como entrada, sentado à frente do chef na cozinha aberta ou na esplanada interior luminosa, qual oásis no meio do restaurante. Há um novo restaurante no Príncipe Real que serve comida internacional e é um três em um, com zona de bar, cozinha aberta com balcão para comer à frente do chef, e esplanada interior.
